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Quais são as opções que temos na nossa civilização para a geração de energia? Há quem critique os biocombustíveis, dizendo que diminuem a produção de alimentos e têm impacto ambiental. Mas qual é a alternativa aos biocombustíveis? Combustíveis fósseis? Energia nuclear?
Energia solar não tem impacto ambiental? Energia eólica é totalmente limpa?
Gostaria que os interessados em ecologia ajudassem a coletar e dividir informações sobre essas tecnologias. Por exemplo, com exceção da energia nuclear, todas as formas mencionadas derivam, de um modo ou de outro, da energia solar.
Toda tecnologia usada em larga escala tem impacto ambiental. Toda. A questão é saber qual a extensão desse impacto, se ele pode ser minorado, qual o tratamento dado aos resíduos deixados pela geração da energia (este último aspecto é o calcanhar de Aquiles da energia nuclear), em suma, a sustentabilidade do processo, sem esquecer a questão econômica, isto é, o custo da geração da energia.
Só para adiantar o debate: os moinhos da energia eólica são combatidos em algumas regiões por matarem aves em migração e painéis de energia solar ocupam espaço e fazem sombra em locais onde poderia haver vegetação, sem esquecer que os painéis têm tempo de vida (não sei e gostaria muito de saber se podem ser reciclados).
Não existem respostas simples, mas há uma questão clara: combustíveis fósseis não são renováveis e um dia irão acabar. Além disso, contribuem para o efeito estufa e para o aquecimento global. O álcool da cana, no meu entender, é uma das boas alternativas, mas não a única. O álcool de milho não é, até agora, uma boa opção. Gostaria muito de começar um debate e ter mais informação sobre esse tema. E também gostaria de mais informações sobre painéis solares, por exemplo.
Abraços,
Ademário

Tags: biocombustíveis, ecologia, energia eólica, energia limpa, energia nuclear, energia solar, recursos renováveis

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Respostas a este tópico

Prezado Ademário,
Estava escrevendo o comentário no blog do Nassif e depois que atualizei a página vi sua postagem.
Concordo com o Clério: o investimento deveria se concentrar na energia solar. É a energia mais limpa que pode ser obtida e também a mais abundante.
Há uma boa notícia para o futuro da energia solar: um grupo do MIT desenvolveu um vidro especial que multiplica por dez a eficiência de painéis para gerar eletricidade.
Combinaram compostos orgânicos para concentrar a luz e o silício para convertê-la em eletricidade. A tecnologia é barata: painéis de vidro comum combinados com corantes orgânicos existentes no mercado. O painel chama-se Concentrador Solar Orgânico (OSC é a sigla em inglês) e consiste em uma placa de vidro na qual eles espalham uma mistura de corantes combinada com uma substância chamada tris (8-hydroxiquinoline) aluminium. A luz é capturada pelas moléculas de corantes e reemitida dentro do vidro e aprisionada por um processo chamado de reflexão interna total. O resultado é que a luz é conduzida para as bordas do vidro como se fosse uma fibra ótica. As células de silício ficam apenas nas bordas do vidro recebendo a luz concentrada. Portanto, usando uma fração do silício usado nos painéis convencionais. Para prevenir a perda em forma de calor e reabsorção de luz neste processo de reflexão entre as paredes do vidro, aquela molécula com nome grande citada acima interage com os pigmentos e previne que a luz seja reabsorvida – ela reemite a luz em uma freqüência diferente da que os pigmentos poderiam reabsorver.
O OSC tem duas camadas, uma que absorve luz azul e ultra violeta e outra embaixo, que absorve amarelo e vermelho.
As vantagens do OSC são:
_ Menor custo, porque usa o silício apenas nas bordas, na espessura do vidro.
_ Os painéis são transparente aos raios infravermelhos, trabalham a frio (diferente dos espelhos concentradores, que precisam até de resfriamento para não estragar as células de silício).
_ Os painéis convencionais são opacos. Os OSC são translúcidos e podem ser usadas na arquitetura para substituir janelas de vidro, prédios de vidro. Podem inclusive serem ajustados para a cor e transmissão de luz (o que hoje nos prédios é feito com películas sobre o vidro).
_ Não necessitam de ficar movendo para acompanhar o ângulo do sol durante o dia.
_ Os OSC podem ainda ser usados sobre os painéis solares convencionais para turbiná-los.

O artigo saiu na revista Science:
http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/321/5886/226
O grupo já criou empresa para vender a invenção. É a Covalente Solar:
http://www.covalentsolar.com/Technology
Também saiu na Folha de São Paulo em 11 de julho de 2008.
Prezado Luís,
Li o artigo original (pelo menos parte dele). Muito interessante. Espero que a pesquisa continue e quem sabe teremos prédios com janelas feitas com materiais semelhantes a esses? Apenas discordo que a pesquisa deva ser concentrada em um só tipo de tecnologia.
O artigo deixa claro que é tecnologia inovadora, mas ainda fala de custos 'futuros'. Enquanto isso, devemos continuar explorando as outras opções disponíveis e estudando ao mesmo tempo como usá-las melhor e quais as conseqüências do ganho de escala em termos ambientais.
Obrigado pela informação! É bom saber que há mais opções para a fome energética do mundo.
Abraços
Ademário,
vamos, em primeiro lugar, estabelecer premissas sobre essa discussão:
1 - os combustíveis fósseis vão acabar, no máximo em 50 anos, e vão ficar cada vez mais caros;
2 - no futuro, de data ainda incerta, 30 ou 50 anos, os combustíveis veiculares (e de energia elétrica no Atlântico Norte) serão substítuídos pelo hidrogênio. Por enquanto o hidrogênio ainda é inviável economicamente, mas a indústria automobilística já desenvolveu protótipos eficientes;
3 - até lá temos de desenvolver energias alternativas eficientes, econômicas e sustentáveis, e menos poluentes;
4 - para energia elétrica (residencial, industrial e pública), ao Sul do Equador, temos as alternativas eólica, solar, das ondas do mar e a biomassa;
5 - a produção de energia elétrica, ao Sul do Equador, é hídrica, e os ambientalistas são contra, sem nem saber porque;
6 - no Norte eles não têm energia elétrica hídrica (constante, e barata), e usam a térmica ou nuclear;
7 - os maiores problemas da energia solar são o alto custo de instalação dos equipamentos e a absoluta incapacidade de armazenar essa energia por um prazo razoável (as baterias não suportam fornecer energia uma noite inteira, porque não são recarregadas);
8 - para gerar água quente (economizando eletricidade hídrica ou térmica ou de biomassa) residencial já existem "painéis solares" infinitamente mais baratos (ver o PDF anexo, onde anexei um manual de montagem, é feito com garrafas PET, de baixo custo). Precisaria se desenvolver painéis solares como esse para uso industrial;
9 - energia solar para eletricidade ainda é caro e inviável, e vai gerar poluição quando as baterias tiverem de ser descartadas, é o caso do uso em economia de escala. Fora isso, o silício também é finito, tem uso na informática, e praticamente só existe hoje na ilha da Java, há estoque para uso máximo de 100 anos se não forem descobertas novas minas;
10 - as energias solar, ondas do mar, eólica e de biomassa não atendem o mercado de combustíveis veiculares e industriais, a não ser em casos de carros elétricos, com as limitações que se conhecem desses veículos, e dentro das tecnologias disponíveis;
11 - biocombustíveis (etanol e biodíesel) ainda estão longe de concorrer com alimentos, na questão uso da terra, isso poderá ocorrer se os biocombustíveis forem adotados internacionalmente, mas daqui uns 30 anos. Devem ser adotados por alguns países, substituindo parcialmente a gasolina, por conta de uma comoditização do etanol na medida em que a África se torne um grande produtor. Por enquanto ainda poucas usinas brasileiras estão começando a plantar cana-de-açúcar por lá, mas já é siginificativo, deve crescer até ajudar o mundo a ter confiança pela existência de diversidade de fornecedores. Por enquanto o mundo anda traumatizado por saber que só a OPEP manda no petróleo, o que significa dizer fornecedor único;
12 - alimento, energia elétrica, combustíveis veiculares, serão necessários em quantidades cada vez maiores pelo excessivo crescimento populacional, com enormes contingentes de populações pobres sendo alçadas à condição de consumidores (Brasil, China, Índia, Paquistão, Bangladesh, Rússia etc.), mas ninguém discute o controle do crescimento demográfico, que só a China está fazendo. A China deve perder para a Índia, daqui 10 anos, a liderança de país mais populoso do planeta;
13 - Crescemos e nos multiplicamos, agora temos de usar todas as alternativas energéticas possíveis, ou seja, estamos começando a raspar o fundo do tacho, e sem nenhum pessimismo temos de dar certa razão ao matemático, monge e futurólogo Thomas Malthus;
14 - se desenvolvem hoje tecnologias de produção de alimentos (biotecnologia entre elas) para aumento da produtividade e da produção de alimentos. Vai mitigar o Apocalipse por uns 20 ou 30 anos, mas antes disso vamos "comer" a Amazônia pela bordas, como se toma uma sopa quente;
15 - aí sim, poderá vir o aquecimento do planeta, por enquanto uma piada, e apenas mote publicitário e de empresas verdes, e ainda assunto para cientistas aparecerem na mídia;
16 - por conta do aquecimento teremos chuvas irregulares (como essa de Sta Catarina), enormes secas, que vão provocar migrações populacionais gigantescas (a que já se assiste na China, escondidas da mídia).
17 - estamos só discutindo que tipo de guizo vamos amarrar no pescoço do gato...
18 - e não me digam que fui pessimista! Nos próximos 30 anos consigo ser otimista, o problema será depois, e eu não vou estar mais por aqui (e não há nenhum egoísmo nisso...), mas temo pelas minhas filhas e minha única neta, e por todas as crianças que nascem todo dia.
Anexos
Richard,
Muito obrigado pela contribuição!
E esse manual é fantástico! Vou levá-lo aos meus alunos do Cefet-Química, especialmente os do curso de Meio-Ambiente, e para o coordenador do curso. Quem sabe não consigo transformar a montagem em projeto de curso. Principalmente para verificar a viabilidade dessa montagem e fazer alguns testes como, por exemplo, a temperatura atingida, o tempo de circulação e o tamanho do aquecedor necessário, a qualidade da água ao final etc. (perdoe-me se repeti alguma informação do manual, não li 'tudo').Também gostaria muito que se levasse esse projeto a uma escala mais industrial, já que a 'matéria-prima' é abundante e 'barata'. Uma empresa poderia fornecer aquecedores prontos e/ou adaptados e montados de acordo com as necessidades do consumidor. O BNDES financiaria projetos nesse sentido? A FINEP?
Em relação aos outros itens:
1-As previsões sobre o fim dos combustíveis fósseis é incerta. No meu entender, o máximo que se pode dizer é que eles vão acabar de qualquer jeito. Mas a data é incerta exatamente pela adoção das tecnologias de conservação de energia, substituição de materiais e o surgimento e a adoção de tecnologias alternativas ao uso do petróleo (etanol de cana, por exemplo).
2-Já li sobre os carros híbridos que usam H2, mas o H2, se entendi direito, é produzido a partir da queima de combustível e apenas aumenta a eficiência energética do combustível. Ou seja, ainda temos de utilizar gasolina ou álcool, mas muito menos. Contudo, confesso que quero saber mais sobre o tema e se existem outras possibilidades.
3,4-Nada a acrescentar.
5,6-EUA, Canadá, Rússia e China produzem muita hidroeletricidade. Os EUA, porém, são os 'glutões' da energia e desperdiçam. Mas há que se reconhecer que o Brasil é um dos países em que essa opção é mais disponível. Canadá, se não me engano, tem um percentual enorme de hidroeletricidade na sua matriz energética.
7,8-Idem 3,4.
9-Concordo com o 1º perído do parágrafo, mas... Silício é o 2º elemento químico mais abundante do planeta! E é produzido a partir de quartzo e areia! O Brasil, por exemplo, exporta o quartzo mais puro do mundo a preço de banana, para recomprar o mesmo silício a preço muito maior em circuitos integrados e... células fotovoltaicas para produção de energia.
10,11- Concordo e gostaria de comentar mais.
12,13-Há muita discussão sobre controle demográfico, inclusive na imprensa. Os EUA têm população estável, a União Européia tem decréscimo de população. Os países ricos, de maneira geral, pararam seu crescimento populacional. O problema aparece com intensidade exatamente nos países mais pobres e carentes, que 'exportam' gente para o resto do planeta. Por isso se fala que o crescimento econômico é de interesse até dos países ricos... Mas não pode ser no modelo atual, concordo, pois se todos consumirem como os EUA, o planeta não aguenta! Mas não sou muito Malthusiano (ainda).
14-De forma que ainda tenho esperança de que novas tecnologias, combinadas com estabilidade demográfica advinda do progresso econômico, afastarão de vez o espectro do fantasma de Malthus.
15,16,17,18-Lido com adolescentes-adultos (16 anos em diante) que estão se formando como técnicos nas áreas de química e biologia. Eu tenho esperança, pois vejo que eles se preocupam, querem saber mais e querem atuar responsavelmente. A maioria prossegue na carreira tecnológica e, depois de trabalhar como técnicos, tornam-se químicos, engenheiros, biólogos, médicos, farmacêuticos, etc., todos preocupados com essas questões. Precisamos de propostas, de trabalho e de estudo, pois há gente disposta a se engajar nas soluções aqui e no resto do mundo. Claro que temo pelo futuro, se continuarmos irresponsáveis, mas (ainda) tenho esperança.
Muito obrigado de novo. As premissas estão estabelecidas.
Abraços,
Ademário
Ademário,
parabéns pelo seu otimismo, conforme registrei acho que serei otimista por no máximo alguns anos mais.
Sobre o silício, li o material disponibilizado e que vc recomendou, confesso também que estava desatualizado sobre o assunto, pensava que a ilha da Java ainda detinha as maiores minas. Mas o silício que se obtém no Brasil, em Minas Gerais especialmente, vem do quartzo, e para se obter o silício com bom índice de impurezas usa-se a queima de carvão (vegetal ou mineral) e outros processos (altamente poluentes, emissores de CO2).
De toda forma, o próprio documento disponibilizado informa que as minas de quartzo não durariam mais do que 30 ou 40 anos se houver uso massivo do silício, de acordo, portanto, com a minha afirmação. Mesmo sendo o segundo elemento químico do mundo, o documento aí diz que vai acabar.... Se é verdade, não sei, sou jornalista, especialista em comunicação no agronegócio, apesar de ter interesses difusos (ambiental entre eles, e também a questão demográfica). De toda forma esse não é o busílis da questão e do debate.
Se alguém aqui na comunidade se interessar por ler sobre a questão demográfica e o aquecimento plenetário, tenho um artigo publicado aqui, acho que no Fórum, 3 ou 4 meses atrás, título "Vou parar de ler jornais!", e que deu um bom debate. Para temas sobre as conseqüências (ainda se usa a trema, até o final do ano...) do excesso populacional, tenho diversos artigos publicados em meu blog: http://richardjakubaszko.blogspot.com onde será um prazer receber a visita de vocês e debater com os interessados. Recomendo pesquisa rápida no "arquivos do blog", por exemplo, dos artigos "Somos todos culpados", "Me engana que eu gosto, mas a gente tem de discutir a relação", "Agricultura é poluição", "IPCC, e se os cientistas do IPCC estiverem enganados?", e ainda "Os mitos amazônicos". Este último artigo tem um PDF, uma entrevista-debate que fiz com um agrônomo de 94 anos na época, e que está arquivado aqui na biblioteca do Projeto BR. O autor preconiza o plantio em 1/3 das áreas de floresta amazônica. O entrevistado teve um contraponto de contestação por um dos 2500 cientistas do IPCC, também agrônomo, que acabou de se aposentar da Embrapa.
Vale a pena ler para se ter uma dimensão do tamanho do problema que a próxima geração vai encontrar.
Abraços
Richard Jakubaszko
Richard,
Li os artigos que você recomendou e até postei no seu blog.
Confesso que presto muita atenção nos ecologistas 'catastrofistas'. Mas é que eles estiveram corretos por várias vezes no passado. É claro que existem exageros (sempre existem exageros!), mas aprendi, com a história de Cassandra, que maus augúrios também podem se concretizar, por mais que descreiamos de seus arautos.
Também aproveitei o que escrevi no seu blog e coloquei um texto como apêndice à minha resposta, para quem se interessa por ciência.
Abraços
Anexos
Ademário,
obrigado pela visita no blog e pela sua contribuição. Porém, como professor, ou cientista, vc leu ao "pé da letra" o meu sofisma de que "a ciência trabalha com certezas". Isoladamente isso não é verdade, é claro, mas a continuação do texto esclarece de que só com o "empilhamento" dos tijolos, e das idéias, pode-se construir uma parede, ou castelo. sem que os tijolos (idéias) que estão lá embaixo não desmoronem, considerando que se a gente vai construir uma teoria furada em cima de outra teoria furada tudo vai desmoronar. Não me referi a paradigmas, mas a sua contribuição, sem dúvidas, é interessante.
Richard Jakubaszko
Richard,
Você poderia colocar o link direto para os seus artigos? Ficaria mais fácil chegar até eles, quando alguém quiser lê-los.
Ademário,
conforme sugestão selecionei uma meia dúzia, os links estão abaixo. O blog tem mais de meia centena de artigos. Boa leitura! Os que selecionei falam do meio ambiente, fome, produção de alimentos, futuro, e de algumas idiossincrasias humanas coletivas...

Vou parar de ler jornais:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2008/01/vou-parar-de-ler-jorn...

Analfabetismo gerencial:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2008/05/analfabetismo-gerenci...

Somos todos culpados:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2008/05/somos-todos-culpados....

Os mitos amazônicos:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2007/12/os-mitos-amaznicos.html

Me engana que eu gosto... mas a gente precisa discutir a relação...
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2007/12/me-engana-que-eu-gost...

IPCC, e se os cientistas estiverem enganados?
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2007/12/ipcc-e-se-os-cientist...

A gente nasce e vive sem Manual de instruções:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2007/12/gente-nasce-e-vive-se...

Agricultura é poluição:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2007/12/agricultura-poluio.html

e, para “provar” que jornalista sofre, tem a
"Oração dos jornalistas”:
http://richardjakubaszko.blogspot.com/2007/12/orao-dos-jornalistas....
Richard,
Sobre o silício: veja o documento bases33.doc - pelo menos os parágrafos marcados - disponibilizado abaixo pelo Gustavo Cherubine.
Abraços
Ademário e pessoal, gostaria de compartilhar 3 arquivos com vocês.
Eles contêm: uma coleção de notícias sobre energia solar e silício que estão disponíveis na internet, a entrevista da secretária executiva do MMA e a liminar contra a hidrelétrica de Jirau, em Rondônia.

Cada um deles suscita e nos motiva à necessária discussão sobre energia e outras questões importantes como soberania, o papel do estado e a importância das políticas públicas.

Abraços, Gustavo Cherubine
Anexos
Gustavo,
Você poderia comentar essa liminar? Resumi-la? Pelo que entendi, a continuação da obra foi embargada até que haja licenciamento ambiental efetivo para as novas condições propostas pelo consórcio vencedor. Mas gostaria de seus comentários e sugestões de como podemos ajudar.
O documento bases33.doc tem vários pontos interessantes. Você também poderia fazer uma sinopse? Gostaria de fazê-la em colaboração? Se quiser, deixe um comentário na minha página do grupo e/ou seu email para que possamos fazê-lo via email.
Mesma proposta para a entrevista, sendo que essas sinopses poderiam ser encaminhadas ao Nassif, para dar mais visibilidade ao que está publicado aqui.
As sinopses são importantes para que as pessoas possam decidir se vão ler ou não todo o documento. Se não há sinopse, o mais comum é que o interlocutor desista da leitura 'de cara'. Se há sinopse, o interessado no assunto pode decidir se ele se dispõe a ler na íntegra.
Obrigado pelos documentos. Gostaria de melhorar o modo de divulgá-los.
Abraços

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