Exibições: 4081
Permalink Responder até rundfunk hörer em 6 dezembro 2011 at 20:01
Não quero nem saber.
Tô indo.
Tô com saudades de todos, Nilva, Antônio, Sergião (que disse que não vai), a Bete Mineira, o Yoshio, Carlos, e é claro, o mestre do Blog, Sr. Nassif, enfim, todos os que conheci no sarau dos 10.000.
Dessa vez acho que vou levar as meninas. Tomara que o Nassif leve as dele (têm a mesma idade).
De Ponta Grossa a Sampa dá umas 6 ou 7 horas. Saio cedo e almoço coçêis.
Até lá.
Permalink Responder até Marco Antônio Nogueira em 6 dezembro 2011 at 20:28
RUNDFUNK HÖRER,
Você é de Ponta Grossa,
a Princesa dos Campos?
Terra de polacos, ucranianos,
alguns gaúchos, poucos árabes.
Terra do "queijo de porco"
(um tipo de mortadela feita
com a bexiga de porco,
recheada com miúdos:
rins, fígado, coração),
do "Schnecke" (rosca),
do pão bundinha (redondo
com corte no meio),
da "birulina" (clipe),
do comprimido líquido
(xarope). do "me alcance"
(pegue pra mim), do
PIÁ (criança), da GAITA
(sanfona), da ripa e graxa
na costela (osso e gordura),
do "um foi com o outro e
o outro foi com o um"
(os dois foram juntos)
(He-he, bela Ponta Grossa,
de um povo muito amigo.)
Bom, este foi o vocabulário
que lá conheci nos anos 70.
Abraço,
Marco Antônio
Permalink Responder até rundfunk hörer em 6 dezembro 2011 at 22:27
Bem isso, piá.
Esqueceu dos "curus" (avarentos) e dos "guardamentos" (velórios). Hehehe.
Ah, também é a terra do "leiteh quenteh queh dói os denteh, principalmenteh os da frenteh!".
Permalink Responder até Marco Antônio Nogueira em 6 dezembro 2011 at 23:00
RUNDFUNK,
Falando em LEITE,
precisamos contar pra
este Brasil afora que
o Todynho, o Nescauzinho,
e outros de papelão, são
todos cópias da garrafinha
de 200 ml do CHOCOMILK
da Batavo, da vizinha Castro
de Ponta Grossa. Tem mais:
nenhum deles se compara
ao da Batavo.
Veja esta:
quando me perguntavam
se eu ia a um certo lugar,
eu respondia: Não, eu não
vou, não. Aí me diziam que
mineiro é o brasileiro
de três NÃO. E, então,
afirmavam que eu IA,
porque os dois primeiros
NÃO anulavam o último.
Gente boa seus conterrâneos.
Percebi nos quatro anos
em que aí morei que são
loucos por mineiro, dispensando
a maior amizade, tendo a gente
como se fosse da família.
Povo alegre, louco por festa.
Nosso final de semana começava
com churrasco na sexta, continuava
no sábado e só terminava no domingo.
Minha filha caçula nasceu aí,
e daí também são seus padrinhos.
Abraço,
Marco Antônio
Permalink Responder até Gunter Zibell em 6 dezembro 2011 at 23:28
Marco, apesar de eu gostar de coisas como morcela, caracol e patê de fígado, acho que vou deixar esse prato "queijo de porco" para uma próxima passagem.
Permalink Responder até Marco Antônio Nogueira em 6 dezembro 2011 at 23:44
GÜNTER,
Amigo, aconselho-o a nem
experimentar. Quando o fiz
passei mal uns três dias.
O tal "queijo de porco" é
feito por ucranianos ou
russos (entre Ponta Grossa
e Castro há uma colônia
de russos). Apesar de ter
conhecido outros pratos
russos deliciosos, como
o Macarrão à Russa (macarrão,
carne moída, creme de leite
e salsinha, misturados),
o tal "Queijo de Porco"
é de levar a gente pro
pronto socorro.
Permalink Responder até Gunter Zibell em 7 dezembro 2011 at 0:10
Bom, dada a origem do prato, de repente é melhor (ou menos pior) se acompanhado de muita vodca...
Permalink Responder até rundfunk hörer em 6 dezembro 2011 at 23:49
Então vou levar uma cracóvia daqui pra você experimentar, Lieber Freund.
Permalink Responder até Marco Antônio Nogueira em 7 dezembro 2011 at 0:15
RUNDFUNK,
Lieber Freund,
Se essa sua CRACÓVIA for mulher,
eu já experimentei (he-he!). Falando
em Cracóvia uma das dezenas
devariações de "mulher de vida fácil",
é polaca.
Mas, voltando ao assunto
da CRACRÓVIA que você
quer que eu experimente,
diga-me como ela é.
Eu vou !
Permalink Responder até Gustavo Cherubine em 10 dezembro 2011 at 13:16
Nassif, pessoal todo, chegarei lá pelas 18h.
Abraços, Gustavo.
Permalink Responder até Gunter Zibell em 11 dezembro 2011 at 16:32
Psé, eu vou estar com obra nesse dia, e a 40 km. Também só vou poder chegar perto dessa hora.
© 2013 Criado por Luis Nassif.