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Setor Elétrico Brasileiro: Uma aventura mercantil

O autor, Roberto Pereira d'Araújo, discute as implicações ambientais da implantação e operação dos diversos sistemas de produção da energia elétrica. O trabalho abrange o histórico do setor elétrico do país e avalia a situação energética no mundo.

Livro Setor Elétrico Brasileiro.pdf

A publicação do livro foi autorizada pelo autor.

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Comentário de Gustavo Cherubine em 24 agosto 2011 às 12:51
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,empresas-de-energia-usa...

Empresas de energia usam brecha para dar desconto menor a vítima de apagão
24 de agosto de 2011 | 0h 00

Fábio Mazzitelli - O Estado de S.Paulo
As empresas de energia paulistas não estão compensando como deveriam o consumidor quando falta luz. Segundo relatório da Arsesp, agência reguladora de energia do Estado, até um quarto das horas de "apagão" em 2010 foi descartado após as concessionárias classificarem as quedas de energia elétrica como "atípicas" ou "fortuitas". Dessa forma, eximem-se da responsabilidade sobre os casos.
A Arsesp considera que se abusa da norma de "expurgo", brecha legal prevista para casos excepcionais, como apagões causados por ciclones ou terremotos, "casos de força maior". A própria Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) admite o exagero. Um levantamento da Arsesp aponta que, em 2010, as cinco maiores distribuidoras paulistas descartaram de 19% a 28% das horas em que faltou luz no ano com base no expurgo, em vigor desde 2008. A Eletropaulo é a que mais aplica a exceção: das 14h45 que deixou, em média, o consumidor sem luz no ano passado, descartou mais de 4h, ficando com um índice de 10h36.
Sem controle. Mesmo com o expurgo de 28%, o valor total de compensações da empresa a consumidores em 2010 bateu os R$ 25 milhões. Assim, ao fazer um descarte desse porte, a Eletropaulo economiza milhões - o blecaute causa pequenos descontos na fatura do mês seguinte que, somados, representam montante elevado para a empresa. "As concessionárias estão abusando do expurgo. O uso está sendo inadequado e há distorção no indicador que mede a eficiência. Está fora do controle", afirma Aderbal de Arruda Penteado Júnior, diretor de regulação técnica e fiscalização dos serviços de energia da Arsesp.
O relatório da agência foi feito com base em uma auditoria dos dados informados pelas concessionárias, uma vez que todas só divulgam o índice fechado, já com o expurgo. "Não estou dizendo que há exagero ou má-fé, mas a leitura da concessionária está sendo feita com olhar diferente", diz Penteado.
Casos como o do ciclone extratropical que atingiu a capital neste ano e provocou chuva intensa, alagamentos e falta de luz em várias regiões são passíveis de expurgo, diz a Arsesp. Mas blecautes após a queda de um poste ou o contato de galhos de árvores com a fiação nunca deveriam ser descartados, o que vem ocorrendo. "O caso de um poste é previsível. Você pode dimensionar turmas para a ocorrência", diz Penteado. O secretário de Energia, José Anibal, quer o fim do expurgo. "Se tivéssemos uma qualidade do serviço satisfatória, ele poderia ser considerado. Mas não é o caso. A rede está muito envelhecida e as empresas não estão investindo o que deveriam."

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,aneel-faz-mea-culpa-e-p...

Aneel faz mea-culpa e promete rever norma
De acordo com a agência nacional, mesmo descartando alguns apagões, os índices das empresas têm piorado
24 de agosto de 2011 | 0h 00

Fábio Mazzitelli - O Estado de S.Paulo
A própria Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reconhece que as distribuidoras de energia estão exagerando na aplicação da norma do expurgo, que permite driblar a obrigação de compensar os consumidores pela falta de luz, e fala em rever a regra. A ideia da Aneel é tornar o texto normativo mais objetivo, sem margem para interpretações diferentes e abrangentes.
Os "dias atípicos" e casos "fortuitos ou de força maior" que eximem as empresas de culpa pelos apagões não têm definição clara.
"Com certeza, há alguns aspectos da norma que não estão esclarecidos. Estamos fazendo isso agora e avaliando revê-los", afirma Nelson Hubner, diretor-geral da Aneel. "Ninguém que fez a norma falando de dia crítico pensava que alguém pudesse levar três, quatro, cinco dias para restabelecer a energia."
O tempo de duração de um blecaute compõe um indicador de qualidade, a Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC), que serve para a Aneel medir o desempenho da concessionária. O uso exagerado da "regra do expurgo" tem dificultado essa medição. "Nos últimos anos, acho que as empresas de distribuição se descuidaram um pouco, principalmente nas questões de operação e manutenção", avalia Hubner.
São Paulo. Os blecautes da Eletropaulo são alvo de duas CPIs, uma na Câmara de São Paulo e outra na Assembleia Legislativa, e já foram criticados publicamente pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Em junho, a empresa demorou dias para restabelecer a energia em regiões que sofreram blecautes.
O diretor de Operações da AES Eletropaulo, Sidney Simonaggio, interpreta que a norma em vigor permite descartar interrupções de energia ocasionadas por quedas de árvore e derrubada de poste em acidente de trânsito. Na visão da empresa, esses eventos não são passíveis de gerenciamento pela distribuidora.
"Quando você joga tudo dentro do indicador de qualidade, as acidentalidades, as intempéries, as forças maiores e os fatos fortuitos, como é que você está medindo o real desempenho da empresa?", diz Simonagggio.
Assim como a Eletropaulo, a Bandeirante, a Elektro, a CPFL Paulista e a CPFL Piratininga afirmaram que apenas cumprem a norma prevista pela Aneel. As cinco maiores distribuidoras de energia do Estado dizem ainda investir em manutenção e melhorias da rede elétrica e citam "condições climáticas" adversas para justificar eventual piora no indicador de qualidade.
O governo do Estado e especialistas no setor afirmam que as concessionárias precisam aumentar os investimentos na infraestrutura da rede elétrica. "A solução é investimento, não tem como fugir", diz Myracir Marcato, diretor do Instituto de Engenharia.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,vela-so-e-romantico-no-...

''Vela só é romântico no Dia dos Namorados''
24 de agosto de 2011 | 0h 00

- O Estado de S.Paulo

Renato Rea, artista plástico e fotógrafo de 28 anos
''Sou freelancer, trabalho em casa e virou rotina ter o trabalho interrompido, ou mesmo perdê-lo, em razão de quedas de energia, cada vez mais frequentes no Itaim-Bibi. Às vezes, são interrupções rápidas, mas já passei mais de seis horas sem luz. Ficar à luz de velas só é romântico no Dia dos Namorados, pois cliente nenhum aceita você perder prazo por apagão em pleno século 21!
Os danos materiais também não são pequenos, pois tem aparelho que queima no blecaute. E nada adianta descontar da conta, pois uma coisa é ter energia e escolher não usá-la, outra é não tê-la à disposição. Isso fere a dignidade e vai contra princípios básicos da vida moderna e do serviço a que a concessionária se propõe. A impressão é de que o problema é empurrado com a barriga, sem fiscalização adequada.
Quando a gente reclama, a empresa põe a culpa em galho, chuva, vento. A promessa de aterrar os fios foi convenientemente esquecida, mas o problema maior me parece ser a falta de manutenção na rede e, principalmente, de investimentos que acompanhem o boom imobiliário - moro no Itaim há 28 anos e nesse tempo o bairro mudou bastante.''
Comentário de Fernando Augusto Botelho - RJ em 17 dezembro 2010 às 17:59
Apresentado o balanço do programa Luz para todos
E um dos programas registrados em cartório é o Luz para todos. Hoje (15/12) o balanço do Programa foi apresentado em Brasília. Uma das informações mostra que, atualmente, quase 100% da população brasileira já têm luz elétrica. Veja na reportagem de Ana Gabriella Sales.
Comentário de Gustavo Cherubine em 23 maio 2010 às 15:06
Só há um caminho, o da multimatriz ou híbrido.

Abraços, Gustavo.

Comentário de Gustavo Cherubine em 23 maio 2010 às 15:05




S E N S A C I O N A L

http://www.formadoresdeopiniao.com.br/index.php?option=com_content&...

Bom dia - domingo, 23 de maio de 2010 - horas: 11:46:56

http://www.formadoresdeopiniao.com.br/index.php?option=com_content&...

Bom dia - domingo, 23 de maio de 2010 - horas: 11:46:56

POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 100% ALIMENTADO POR ENERGIA EÓLICA E SOLAR PDF Imprimir E-mail

Qua, 28 de Abril de 2010 18:32

POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 100% ALIMENTADO POR ENERGIA EÓLICA E SOLAR

Cem por cento limpeza

Por GEVAN OLIVEIRA

Empresário cearense desenvolve o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar
Não tem mais volta. As tecnologias limpas – aquelas que não queimam combustível fóssil – serão o futuro do planeta quando o assunto for geração de energia elétrica. E, nessa onda, a produção eólica e solar sai na frente, representando importantes fatias na matriz energética de vários países europeus, como Espanha, Alemanha e Portugal, além dos Estados Unidos. Também está na dianteira quem conseguiu vislumbrar essa realidade, quando havia apenas teorias, e preparou-se para produzir energia sem agredir o meio ambiente. No Ceará, um dos locais no mundo com maior potencial energético (limpo), um ‘cabeça chata’ pretende mostrar que o estado, além de abençoado pela natureza, é capaz de desenvolver tecnologia de ponta.
O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energias eólica e solar. Com modelos de 12 e 18 metros de altura (feitos em aço), o que mais chama a atenção no invento, tecnicamente denominado de Produtor Independente de Energia (PIE), é a presença de um avião no topo do poste.
Feito em fibra de carbono e alumínio especial – mesmo material usado em aeronaves comerciais –, a peça tem três metros de comprimento e, na realidade, é a peça-chave do poste híbrido. Ximenes diz que o formato de avião não foi escolhido por acaso. A escolha se deve à sua aerodinâmica, que facilita a captura de raios solares e de vento. "Além disso, em forma de avião, o poste fica mais seguro. São duas fontes de energia alimentando-se ao mesmo tempo, podendo ser instalado em qualquer região e localidade do Brasil e do mundo", esclarece.
Tecnicamente, as asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo. Cumprindo a mesma tarefa de gerar energia, estão as hélices do avião. Assim como as naceles (pás) dos grandes cata-ventos espalhados pelo litoral cearense, a energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro dessas pás.
Cada poste é capaz de abastecer outros três ao mesmo o tempo. Ou seja, um poste com um "avião" – na verdade um gerador – é capaz de produzir energia para outros dois sem gerador e com seis lâmpadas LEDs (mais eficientes e mais ecológicas, uma vez que não utilizam mercúrio, como as fluorescentes compactas) de 50.000 horas de vida útil dia e noite (cerca de 50 vezes mais que as lâmpadas em operação atualmente; quanto à luminosidade, as LEDs são oito vezes mais potentes que as convencionais). A captação (da luz e do vento) pelo avião é feita em um eixo com giro de 360 graus, de acordo com a direção do vento.
À prova de apagão
Por meio dessas duas fontes, funcionando paralelamente, o poste tem autonomia de até sete dias, ou seja, é à prova de apagão. Ximenes brinca dizendo que sua tecnologia é mais resistente que o homem: "As baterias do poste híbrido têm autonomia para 70 horas, ou seja, se faltarem vento e sol 70 horas, ou sete noites seguidas, as lâmpadas continuarão ligadas, enquanto a humanidade seria extinta porque não se consegue viver sete dias sem a luz solar".
O inventor explica que a ideia nasceu em 2001, durante o apagão. Naquela época, suas pesquisas mostraram que era possível oferecer alternativas ao caos energético. Ele conta que a caminhada foi difícil, em função da falta de incentivo – o trabalho foi desenvolvido com recursos próprios. Além disso, teve que superar o pessimismo de quem não acreditava que fosse possível desenvolver o invento. "Algumas pessoas acham que só copiamos e adaptamos descobertas de outros. Nossa tecnologia, no entanto, prova que esse pensamento está errado. Somos, sim, capazes de planejar, executar e levar ao mercado um produto feito 100% no Ceará. Precisamos, na verdade, é de pessoas que acreditem em nosso potencial", diz.
Mas esse não parece ser um problema para o inventor. Ele até arranjou um padrinho forte, que apostou na ideia: o governo do estado. O projeto, gestado durante sete anos, pode ser visto no Palácio Iracema, onde passa por testes. De acordo com Ximenes, nos próximos meses deve haver um entendimento entre as partes. Sua intenção é colocar a descoberta em praças, avenidas e rodovias.
O empresário garante que só há benefícios econômicos para o (possível) investidor. Mesmo não divulgando o valor necessário à instalação do equipamento, Ximenes afirma que a economia é de cerca de R$ 21.000 por quilômetro/mês, considerando-se a fatura cheia da energia elétrica. Além disso, o custo de instalação de cada poste é cerca de 10% menor que o convencional, isso porque economiza transmissão, subestação e cabeamento. A alternativa teria, também, um forte impacto no consumo da iluminação pública, que atualmente representa 7% da energia no estado. "Com os novos postes, esse consumo passaria para próximo de 3%", garante, ressaltando que, além das vantagens econômicas, existe ainda o apelo ambiental. "Uma vez que não haverá contaminação do solo, nem refugo de materiais radioativos, não há impacto ambiental", finaliza Fernandes Ximenes.
Vento e sol
Com a inauguração, em agosto do ano passado, do parque eólico Praias de Parajuru, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW. O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa Impsa, fabricante de aerogeradores. Além dessa, a parceria prevê a construção de dois outros parques eólicos – Praia do Morgado, com uma capacidade também de 28,8 MW, e Volta do Rio, com 28 aerogeradores produzindo, em conjunto, 42 MW de eletricidade. Os dois parques serão instalados no município de Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza.
Se no litoral cearense não falta vento, no interior o que tem muito são raios solares. O calor, que racha a terra e enche de apreensão o agricultor em tempos de estiagem, traz como consolo a possibilidade de criação de emprego e renda a partir da geração de energia elétrica. Na região dos Inhamuns, por exemplo, onde há a maior radiação solar de todo o país, o potencial é que sejam produzidos, durante o dia, até 16 megajoules (MJ – unidade de medida da energia obtida pelo calor) por metro quadrado.
Essa característica levou investidores a escolher a região, especificamente o município de Tauá, para abrigar a primeira usina solar brasileira. O projeto está pronto e a previsão é que as obras comecem no final deste mês. O empreendimento contará com aporte do Fundo de Investimento em Energia Solar (FIES), iniciativa que dá benefícios fiscais para viabilizar a produção e comercialização desse tipo de energia, cujo custo ainda é elevado em relação a outras fontes, como hidrelétricas, térmicas e eólicas.
A usina de Tauá será construída pela MPX – empresa do grupo EBX, de Eike Batista – e inicialmente foi anunciada com uma capacidade de produção de 50 MW, o que demandaria investimentos superiores a US$ 400 milhões. Dessa forma, seria a segunda maior do mundo, perdendo apenas para um projeto em Portugal. No entanto, os novos planos da empresa apontam para uma produção inicial de apenas 1 MW, para em seguida ser ampliada, até alcançar os 5 MW já autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os equipamentos foram fornecidos pela empresa chinesa Yingli.
Segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Antônio Balhmann, essa ampliação dependerá da capacidade de financiamento do FIES. Aprovado em 2009 e pioneiro no Brasil, o fundo pagaria ao investidor a diferença entre a tarifa de referência normal e a da solar, ainda mais cara. "A energia solar hoje é inviável financeiramente, e só se torna possível agora por meio desse instrumento", esclarece. Ao todo, estima-se que o Ceará tem potencial de geração fotovoltaica de até 60.000 MW.
Também aproveitando o potencial do estado para a energia solar, uma empresa espanhola realiza estudos para definir a instalação de duas térmicas movidas a esse tipo de energia. Caso se confirme o interesse espanhol, as terras cearenses abrigariam as primeiras termossolares do Brasil. A dimensão e a capacidade de geração do investimento ainda não estão definidas, mas se acredita que as unidades poderão começar com capacidade entre 2 MW a 5 MW.
Bola da vez
De fato, em todas as partes do mundo, há esforços cada vez maiores e mais rápidos para transformar as energias limpas na bola da vez. E, nesse sentido, números positivos não faltam para alimentar tal expectativa. Organismos internacionais apontam que o mundo precisará de 37 milhões de profissionais para atuar no setor de energia renovável até 2030, e boa parte deles deverá estar presente no Brasil. Isso se o país souber aproveitar seu gigantesco potencial, especialmente para gerar energias eólica e solar. Segundo o Estudo Prospectivo para Energia Fotovoltaica, desenvolvido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o dever de casa no país passa, em termos de energia solar, por exemplo, pela modernização de laboratórios, integração de centros de referência e investimento em desenvolvimento de tecnologia para obter energia fotovoltaica a baixo custo. Também precisará estabelecer um programa de distribuição de energia com sistemas que conectem casas, empresas, indústria e prédios públicos.
"Um dos objetivos do estudo, em fase de conclusão, é identificar as oportunidades e desafios para a participação brasileira no mercado doméstico e internacional de energia solar fotovoltaica", diz o assessor técnico do CGEE, Elyas Ferreira de Medeiros. Por intermédio desse trabalho, será possível construir e recomendar ações estratégicas aos órgãos de governo, universidades e empresas, sempre articuladas com a sociedade, para inserir o país nesse segmento. Ele explica que as vantagens da energia solar são muitas e os números astronômicos. Elyas cita um exemplo: em um ano, a Terra recebe pelos raios solares o equivalente a 10.000 vezes o consumo mundial de energia no mesmo período.
O CGEE destaca, em seu trabalho, a necessidade de que sejam instituídas políticas de desenvolvimento tecnológico, com investimentos em pesquisa sobre o silício e sistemas fotovoltaicos. Há a necessidade de fomentar o desenvolvimento de uma indústria nacional de equipamentos de sistemas produtivos com alta integração, além de incentivar a implantação de um programa de desenvolvimento industrial e a necessidade de formação de profissionais para instalar, operar e manter os sistemas fotovoltaicos.

Última atualização em Qua, 28 de Abril de 2010 23:32

Comentários (9)
Responder
poste de iluminação pública alimentado por energia eólica e solar
9 Dom, 23 de Maio de 2010 09:52
helio leite
Caro leitor Américo, seja benvindo.
Favor entrar no google, digite GRAM EOLIC, onde você encontrará todas as informações sobre o poste, sobre o inventor e sobre a empresa fabricante, que tem sede em Fortaleza.
Esperando ter ajudado e na expectativa de que receberemos outras visitas suas ao nosso site, que tem também é seu, despedimo-nos enviando-lhe nossas
Fraternais Saudações,
Formadores de Opinião
Helio. P. Leite
Responder
representação
8 Sáb, 22 de Maio de 2010 14:27
Américo
Gostaria de saber o que é necessário para representação do seu invento aqui na região leste.
Responder
informação
7 Qua, 19 de Maio de 2010 17:37
Alvaro resende
Gostaria de saber valores, sou consultor de prefeituras e gostaria de saber a viabilidade deste projeto ou outros projetos que se aplicariamos esta tecnologia.
poste de iluminação ppublica alimentado por energia eólica e solar
Sex, 21 de Maio de 2010 10:16
helio leite
Caro leitor Álvaro Resende, seja bem vindo ao nosso site. desculpe-nos o atraso em lhe responder. Tivemos um problema interno no site.
Quanto a sua indagação sugerimos que entre no google e pesquise GRAM EOLIC. Você irá encontrar inúmeras informaçoes sobre o poste, sobre o inventor, sobre a empresa fabricante do poste, com endereços, números de telefones e e-mails, para que possa manter contato com o inventor e fabricante dessa nova tecnologia de iluminação pública.
Esperando ter ajudado, agradecemos a sua visita, esperando contar com novas visitas ao nosso site, que também é seu, enviamo-lhe nossas
Fraternais saudações
Formadores de Opinião
Helio P. Leite
Responder
Energia Solar
6 Seg, 17 de Maio de 2010 18:13
Carlos Alberto Gonçalves
Orçamento de Uma Unidade de Poste de Iluminação
poste de iluminação ppublica alimentado por energia eólica e solar
Seg, 17 de Maio de 2010 20:39
helio leite
Caro leitor, Carlos Alberto Gonçalves, bem vindo ao nosso site, que também é seu.
Para obter as informações desejadas sugerimos que entre no google e digite GRAM EOLIC, você vai encontrar informações sobre o poste, sobre o engenheiro Fernando Ximenes, inventor e proprietário da Gram Eolic. Endereço e telefones da firma que tem sede na cidade de Fortaleza.
Esperamos contar sempre que sua visita em nosso site.
Fraternalmente,
Formadores de Opinião
Helio P. Leite
Responder
poste de iluminação pública à energia eólica
5 Sex, 14 de Maio de 2010 10:44
ana carolina
Trabalho com urbanismo e gostaria de saber o custo de instação e manutenção.
poste de iluminação ppublica alimentado por energia eólica e solar
Seg, 17 de Maio de 2010 20:44
helio leite
Cara leitora Ana Carolina, bem vinda ao nosso site que também é seu.
para obter as informações que necessita sugerimos entrar no google e digitar GRAM EOLIC. Você vai obter o endereço e os telefones da firma, que tem sede na cidade de Fortaleza-Ceará. Além de muitas outras informações que possa necessitar, ainda.
Esperamos contar com sua visita em outras oportunidades.
Fraternalmente
Formadores de Opinião
Helio P. leite
Responder
Gram Eollic
4 Dom, 09 de Maio de 2010 11:30
Emilio Josino
Gostei muito da matéria e vejo aplicação em alguns projetos na empresa em que trabalho. Gostaria de receber informações de contato da empresa (ou do inventor). Gostaria de verificar viabilidade e eventualmente comprar algumas unidades.
abraços
poste de iluminação ppublica alimentado por energia eólica e solar
Ter, 11 de Maio de 2010 19:31
helio leite
Caro leitor, Emílio Josino, seja bem vindo.
Sugerimos que você entre no google e digite Gram Eollic. Vão aparecer inúmeras informações sobre o poste, sobre o inventor e o endereço e telefone da firma Gram Eollic, que tem sede em Fortaleza-Ceará
Visite-nos sempre.
Fraternalmente
Formadores de Opinião
Helio P. Leite
Responder
Dúvida
3 Qua, 05 de Maio de 2010 11:21
Jacques Salomon
Prezados, há uma afirmação nesta reportagem que vocês precisam apresentar a fonte:
humanidade seria extinta porque não se consegue viver sete dias sem a luz solar".
De onde vcs tiraram esta afirmação.
Obrigado
Jacques Salomon
poste de iluminação ppublica alimentado por energia eólica e solar
Qua, 05 de Maio de 2010 15:40
helio leite
Caro leitor Jacques Salomon,
Preliminarmente agradecemos a sua participação em nosso site, que também é seu. A sua indagação é por demais oportuna e coerente e por certo você tem informações de que essa afirmativa, que não sabemos se é do inventor ou se é do jornalista Gevam Oliveira autor da matéria, não é correta. Como não temos contato com o referido jornalista e por respeito a sua indagação resolvermos pesquisar sobre os efeitos na humanidade com a falta de luz solar por 7 dias.
Encontramos as seguintes justifficativas que impossibilitariam a vida no planeta terra se faltasse energia solar:
1. O Sol atrai a Terra. Sem essa atracção ela andaria a voar perdida no espaço. Não haveria anos, nem dias, para além de consequências bem piores.
2. A vitamina D esseencial para o nosso organismo só se reproduz por acção do Sol. Sem ela teriamos uma enorme carência desse nutriente;
3. A energia solar aquece a terra. Sem ela a Terra seria insuportavelmente fria.
4. O Sol, ilumina a Terra. Sem ele viveríamos na escuridão.
5. Os organismos fotossintéticos só produzem a sua própria "comidinha" por acção do Sol. Sem ele morreriam, ele e todos os que têm relações alimentares com eles, ou seja, a maioria do seres vivos.
6. A luz solar impulsiona as correntes atmosféricas e marítimas.
7. A lul solar intervém no cíclo da água, influenciando fenômenos meteorológicos. Com toda a água em estado sólido, não haveria água disponível para os seres vivos e todos eles morreriam.
Bom foi o que conseguimos, caro leitor para lhe responder. Esperamos que estas informações sirvam de ponto de partida para que outros leitores possam se manifestar sobre sua indagação, até porque não existe a verdadeira verdade absoluta.
Caso você Jacques tenha informações que contradizem as informações que estmos lhe enviando ou dispõe de informações de que a humanidade sobreviveria após 7 dias sem luz solar,repasse tais informações para os nossos milhares de leitores, sedentos de cultura geral.
Visite-nos sempre que lhe for possível essa sua participação comm certeza irá despertar o interesse pelos benefícios da energia solar para a sobrevivência da atual humanidade.
Saudações fraternais
Formadores de Opinião
Helio P. Leite
Responder
poste de iluminação ppublica alimentado por energia eólica e solar
2 Qui, 29 de Abril de 2010 15:48
helio leite
Caro leitor Santana, seja bem vindo ao nosso site.Conseguimos em pesquisa no google os seguintes dados do inventor:
FERNANDO A. XIMENES
085-99770562
GRAM - EOLLIC
085-41180808
Acreditamos que por aí você consiga falar com o Dr. Ximenes.
Aproveitamos o ensejo para agrader a sua participação; esperamos que nos visite outras vezes.
Fraternalmente,
Formadores de Opinião
Helio P. leite
Responder
POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA ALIMENTADO POR ENERGIA EÓLICA E SOLAR
1 Qui, 29 de Abril de 2010 14:36
Santana
Se possivel gostaria de saber telefone e endereço do engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública no Ceará conforme encontrei no site.
Atenciosamente
Comentário de Rogério Maestri em 3 maio 2010 às 13:31
Gustavo.

Abastecer um equipamento no meio do mato para que este faça medidas a solução solar é extremamente mais barata (umas 100 vezes no mínimo). Aproveitar a energia eólica como energia complementar num local em que os ventos sejam constantes (Osório RS), é extremamente importante.

Substituir a matriz energética de hídrica por fontes alternativas, não está dando certo NEM NA EUROPA. Precisamos de energia barata, não de sonhos não realizáveis.
Comentário de Gustavo Cherubine em 3 maio 2010 às 13:16
Rogério, concordo em parte com você

Senti falta de conceitos como eficiência energética e consumo sustentável. Temas assim precisam ser trabalhados em projeções como essas.

Sobre solar e eólica são caminhos que o Brasil deve construir, no meu entender. Soluções locais com base na solar (térmica e FV) e na eólica poderiam contribuir para os horários de pico do sistema nacional e ainda ajudariam o consumidor residencial a pagar uma tarifa mais barata.

Rogério, as quadras das escolas paulistas, que eu conheço bem, não possuem refletores de luz. Quando os possuem, invariavelmente ficam desligados pois os diretores são obrigados a cumprirem metas de consumo.

Isso impacta em cadeia a saúde e a segurança, pois impede que a comunidade escolar usufrua do lazer e do esporte nos horários noturnos. Imagine as milhares de escolas municipais e estaduais da região metropolitana de São Paulo com as luzes das suas quadras acesas todas as noites para que crianças, jovens e adultos brinquem ou joguem uma partida de futebol ou de vôlei?

Isso é o que eu vejo em meu trabalho: assim como as quadras, as salas de informática das escolas paulistas e paulistanas ficam fechadas na maior parte do tempo pois os diretores são obrigados a cumprirem uma meta de consumo!

Questões como essas deveriam ser objeto de uma política energética inteligentes, ou só ficaremos atendendo a demanda de produção e consumo das "forças produtivas"?

E a população?

Abraços, Gustavo Cherubine.
Comentário de Rogério Maestri em 3 maio 2010 às 12:52
Caro Gustavo

Importante contribuição porque o texto desnuda os que são contra a hidroeletricidade. Outro ponto importante é mostrar que a ação de movimentos contra a criação de reservatórios está criando no sentido contrário ao desejável por toda a população um aumento da poluição ambiental pelas termoelétricas e um aumento significativo das tarifas de energia.

Tem que se deixar claro, que energia eólica e energia solar não são soluções para que o povo brasileiro possa contar com energia barata. Também é de ressaltar que lutar contra hidrelétricas é lutar a favor da poluição ambiental e do aumento de geração por queima de combustíveis fósseis.
Comentário de Gustavo Cherubine em 3 maio 2010 às 11:57
Olá, compartilho links para dois importantes documentos.

Deixei também no tópico "Energia e Meio Ambiente" do Grupo de Meio Ambiente do PLN.

Abraços, Gustavo Cherubine.

http://www.senado.gov.br/conleg/textos_discussao/NOVOS%20TEXTOS/tex...

O Centro de Estudos da Consultoria do Senado publicou, este mês, como parte da série Textos para Discussão trabalho com o tema “Transformações recentes da matriz brasileira de geração de energia elétrica – causas e impactos principais”.
(...)


http://www.ambienteenergia.com.br/2010/05/sao-paulo-matriz-mais-ren...

Da Agência Ambiente Energia - A Matriz Energética 2020, relatório sobre projeção do consumo de energéticos no estado de São Paulo para daqui a 10 anos a partir dos dados de consumo de energéticos entre 1980 e 2007, mostrou que o estado segue na estrada da renovabilidade. Segundo Jean Cesare Negri,coordenador de Energia da Secretaria de Estado de Saneamento e Energia do governo do Estado de São Paulo, o percentual de 53% foi possível graças à exploração do potencial hidráulico e dos produtos oriundos da cana-de-açucar. A expectativa é que, no cenário da Matriz 2035, este percentual de renováveis salte para 57%.

(...)
Comentário de Jesus Divino Barbosa de Souza em 21 abril 2010 às 12:00
Apenas para socializar o Artigo do Le Temps (Genebra) sobre a construção de Belo Monte. Em francês: http://www.letemps.ch/Page/Uuid/99d7c13e-4bf3-11df-8f22-38b96d1539e... Via @Helmutschwarzer

Jesus Divino Barbosa de Souza
jesusprevidencia@hotmail.com
http://twitter.com/JesusDivino
http://jesusprev.zip.net
Comentário de roberto pereira d araujo em 21 abril 2010 às 11:08
Perfeito Elton! Veja que esse sistema de parceria sem transparência é comum na transmissão. Evidências de que as estatais entram para "baixar o preço" já foram motivo de denúncias de empresários que não contavam com esse sócio servil.
 

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