Portal Luis Nassif

Companheiros e companheiras, temos que fazer da Dilma a próxima presidente do Brasil. Mas, pra isso, precisamos de uma ação organizada. Estive vendo os últimos tópicos e estamos conversando conosco mesmo. Não é hora de ficar criticando a mídia etc. É hora de eleger a Dilma.

Vamos nos unir! eles tem mil jornais e revistas. Nós só temos a nós mesmos. Vamos fazer uma ação coordenada e quebrar a retranca deles.

Quais os pontos fortes da campanha que pode puxar votos?
1)O Brasil tá melhorando
2)Estão querendo que tenhamos memória curta, mas vamos relembrar milhões de brasileiros
3)O caso Paulo Preto - pode não tirar votos, mas impede o crescimento e Serra, pois ele está tentando se passar por bom moço -. Vamos expor tudo isso.

Pra isso, madem seus e-mails a mim e entrem em contatos entre vocês e nós. Vamos formar uma rede Dilma 2010! todos vamos nos comunicar por e-mail e, temos a missão de recolher muitos e-mails (já tenho uns 1000) pra divulgarmos. Somos mais de 30.000, se mandarmos a 1000 pessoas, serão mais de 30.000.000 (30% do eleitorado).

Não é hora de usarmos a raiva, o ódio ou a emoção. Vamos ser inteligentes, vamos trabalhar e vamos eleger Dilma! recolham e-mails! mandem seus e-mails: paulochipoletti@yahoo.com.br

Um abraço companheiros!
Agora o aborto:

Exibições: 68

Comentário de Paulo José Chipoletti Picca em 15 outubro 2010 às 1:14
“Monica Serra já fez um aborto e sou solidária à sua dor”, afirma ex-aluna da mulher de presidenciável
13/10/2010 12:39, Por Redação, do Rio de Janeiro e São Paulo


Sylvia Monica Serra foi professora de dança na Unicamp
O desempenho do presidenciável tucano, José Serra, no debate do último domingo pela TV Bandeirantes, foi a gota d’água para uma eleitora brasileira. O silêncio do candidato diante da reclamação formulada pela adversária, Dilma Rousseff (PT) – de que fora acusada pela mulher dele, a ex-bailarina e psicoterapeuta Sylvia Monica Allende Serra, de “matar criancinhas” –, causou indignação em Sheila Canevacci Ribeiro, a ponto de levá-la até sua página em uma rede social, onde escreveu um desabafo que tende a abalar o argumento do postulante ao Palácio do Planalto acerca do tema que divide o país, no segundo turno das eleições. A coreógrafa Sheila Ribeiro relata, em um depoimento emocionado, que a ex-professora do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Monica Serra relatou às alunas da turma de 1992, em sala de aula, que foi levada a fazer um aborto “no quarto mês de gravidez”.

Em entrevista exclusiva ao Correio do Brasil, na noite desta segunda-feira, Sheila deixa claro que não era partidária de Dilma ou de Serra no primeiro turno: “Votei no Plínio (de Arruda Sampaio)”, declara. Da mesma forma, esclarece ser apenas uma eleitora, com cidadania brasileira e canadense, que repudiou o ambiente de hipocrisia conduzido pelo candidato da aliança de direita, ao criminalizar um procedimento cirúrgico a que milhões de brasileiras são levadas a realizar em algum momento da vida. Sheila, durante a entrevista, lembra que no Canadá este é um serviço prestado em clínicas e hospitais do Estado, como forma de evitar a morte das mulheres que precisam recorrer à medida “drástica e contundente”, como fez questão de frisar.

No texto, intitulado “Respeitemos a dor de Mônica Serra”, Sheila Ribeiro repete a pergunta de Dilma, que ficou sem resposta:

– Se uma mulher chega em um hospital doente, por ter feito um aborto clandestino, o Estado vai cuidar de sua saúde ou vai mandar prendê-la?

Leia o texto, na íntegra:

“Respeitemos a dor de Mônica Serra

“Meu nome é Sheila Ribeiro e trabalho como artista no Brasil. Sou bailarina e ex-estudante da Unicamp onde fui aluna de Mônica Serra.

“Aqui venho deixar a minha indignação no posicionamento escorregadio de José Serra, que no debate de ontem (domingo), fazia perguntas com o intuito de fazer sua campanha na réplica, não dialogando em nenhum momento com a candidata Dilma Roussef.

“Achei impressionante que o candidato Serra evita tocar no assunto da descriminalização do aborto, evitando assim falar de saúde pública e de respeitar tantas mulheres, começando pela sua própria mulher. Sim, Mônica Serra já fez um aborto e sou solidária à sua dor.

“Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o aborto, sobre o seu aborto traumático. Mônica Serra fez um aborto. Na época da ditadura, grávida de quatro meses, Mônica Serra decidiu abortar, pois que seu marido estava exilado e todos vivíamos uma situação instável. Aqui está a prova de que o aborto é uma situação terrível, triste, para a mulher e para o casal, e por isso não deve ser crime, pois tantas são as situações complexas que levam uma mulher a passar por essa situação difícil. Ninguém gosta de fazer um aborto, assim como o casal Serra imagino não ter gostado. A educação sobre a contracepção deve ser máxima para que evitemos essa dor para a mulher e para o Estado.

“Assim, repito a pergunta corajosa de minha presidente, Dilma Roussef, que enfrenta a saúde pública cara a cara com ela: se uma mulher chega em um hospital doente, por ter feito um aborto clandestino, o Estado vai cuidar de sua saúde ou vai mandar prendê-la?

“Nesse sentido, devemos prender Mônica Serra caso seu marido seja eleito presidente?

“Pelo Brasil solidário e transparente que quero, sem ameaças, sem desmerecimento da fala do outro, com diálogo e pelo respeito à dor calada de Mônica Serra,

“VOTO DILMA”, registra, em letras maiúsculas, no texto publicado em sua página no Facebook, nesta segunda-feira, às 10h24.

Reflexão

Diante da imediata repercussão de suas palavras, Sheila acrescentou em sua página um comentário no qual afirma ser favorável “à privacidade das pessoas”.

“Inclusive da minha. Quando uma pessoa é um personagem público, ela representa muitas coisas. Escrevi uma reflexão, depois de assistir a um debate televisivo onde a figura simbólica de Mõnica Serra surgiu. Ali uma incongruência: a pessoa que lutou na ditadura e que foi vítima de repressão como mulher (com evento trágico naquele caso, pois que nem sempre o aborto é trágico quando é legalizado e normalizado) versus a mulher que luta contra a descriminalização do aborto com as frases clássicas do “estão matando as criancinhas”. Quem a Mônica Serra estaria escolhendo ser enquanto pessoa simbólica? Se é que tem escolha – foi minha pergunta.

“Muitas pessoas públicas servem-se de suas histórias como bandeiras pelos direitos humanos ou, ainda, ficam quietas quando não querem usá-las. Por isso escrevi ‘respeitemos a dor’. Para mim é: respeitemos que muita gente já lutou pra que o voto existisse e que para que cada um pudesse votar, inclusive nulo; muita monica-serra-pessoa já sofreu no Brasil e em outros países na repressão para que outras mulheres pudessem escolher o que fazer com seus corpos e muitas monicas-serras simbólicas já impediram que o aborto fosse descriminalizado.

“Muitas pessoas já foram lapidadas em praça pública por adultério e muitas outras lutaram pra que a sexualidade de cada um seja algo de direito. A minha questão é: uma pessoa que é lapidada em praça pública não faz campanha pela lapidação, então respeitemos sua dor, algo está errado. Se uma pessoa pública conta em público que foi lapidada, que foi vítima, que foi torturada, que sofreu, por motivos de repressão, esse assunto deve ser respeitadíssimo.

“Vinte por cento da população fazem abortos e esses 20% tem o direito absoluto de ter sua privacidade, no entanto quando decidem mostrar-se publicamente não entendo que estes assimilem-se ao repressor”, acrescentou a ex-aluna de Monica Serra, que teria relatado a experiência, traumática, às alunas da turma de 1992.

Exílio e ditadura

Sheila diz ainda, em seu depoimento, que “muitas pessoas querem ‘explicações” para o fato de ela declarar, publicamente, o que a ex-professora disse às suas alunas na Unicamp.

“Eu sou apenas uma pessoa, uma mulher, uma cidadã que viu um debate e que se assustou, se indignou e colocou seu ponto de vista na internet. Ao ver Dilma dizendo que Mônica falou algo sobre ‘matar criancinhas’, duvidei.

“Duvidei porque fui sua aluna e compartilhei do que ela contou, publicamente (que havia feito um aborto), em sala de aula. Eu me disse que uma pessoa que divide sua dor sobre o aborto, sobre o exílio e sobre a ditadura, não diria nunca uma atrocidade dessas, mesmo sendo da oposição. Essa afirmação de ‘criancinhas assassinadas’ é do nível do ‘comunista come criancinha’. A Mônica Serra é mais classe do que isso (e, aliás, gosto muito dela, apesar do Serra não ser meu candidato).

“Por isso, deixei claro o meu posicionamento que o aborto não pode ser considerado um crime – como não é na Itália, na França e em outros países. Nesse sentido não quero ser usada como uma ‘denunciadora de um ‘delito’. Ao contrário, estou relembrando na internet, aos meus amigos de FB (Facebook), que o aborto é uma questão complexa que envolve a todos e que, como nos países decentes, não pode ser considerado um crime – mas deve ser enfrentado como assunto de saúde.

“O Brasil tem muitos assuntos a serem tratados, vamos tratá-los com o carinho e com a delicadeza que merece.

“Agora volto ao meu trabalho”, conclui Sheila o seu relato na página da rede social.

Sem resposta

Diante da afirmativa da ex-aluna de Sylvia Monica Serra, o Correio do Brasil procurou pelo candidato, no Twitter, às 23h57:

“@joseserra_ Sr. candidato Serra. Recebemos a informação de que Dnª Monica Serra teria feito um aborto. O sr. tem como repercutir isso?”

Da mesma forma, foi encaminhado um e-mail à assessoria de imprensa e, posteriormente, um contato telefônico com o comitê de Serra, em São Paulo. Até o fechamento desta matéria, às 1239h desta quarta-feira, porém, não houve qualquer resposta à pergunta. O candidato, a exemplo do debate com a candidata petista, novamente optou pelo silêncio.
Comentário de Tiago M. Bevilaqua em 15 outubro 2010 às 2:16
Procuremos ver o depoimento de Sheila Canevacci Ribeiro não como algo para denegrir Monica Serra e consequentemente seu marido. Foi um desabafo por sua indignação com Monica Serra falar que Dilma queria “matar criancinhas”.
Sheila fala da dor de Monica Serra, respeitemos. Considero desaconselhável “cair de pau” em José Serra por sua mulher ter de ter feito um aborto. A situação era exatamente essa. Não joguemos o jogo sujo do adversário. Não nos igualemos a ele. Respeitemos a dor da mulher de Serra e a dele.
Comentário de Tiago M. Bevilaqua em 15 outubro 2010 às 2:38
Concordo plenamente em formar uma rede de mobilização. Já pensei nisso, mas não consegui ter claro como fazer. Tem de ser algo mais coordenado. É preciso mediadores. Só como exemplo, se começarmos a enviar e-mails caluniando o Serra ... a M tá feita. Há de ter pelo menos algo como um código de ética.
E não devemos nos restringir à internet. A parada tá dura. E estou convencido que se Dilma é necessária da presidência, Serra pode ser um destare (previamente anunciado pelo q disse e fez até agora)
Comentário de Zanuja Castelo Branco em 15 outubro 2010 às 3:21
Pois sou totalmente a favor que no último debate Dilma divulgue o aborto da sra. Mônica Descarada Serra. Acusou a Dilma de "matar criancinhas" qdo na verdade ela o fez. Não devemos nos esquecer que o motivo fundamental do 2º turno foi a conversa do aborto. Se fosse o contrário, alguém aparecesse e confirmasse que Dilma praticou o aborto, toda a imprensa já havia divulgado, portanto cabe a nós sim fazer a publicação para td o Brasil. Ela usou a ditadura para justificar o aborto. Momento difícil que vivia no Chile, mas q de lá saiu rapidinho para os EUA. Pois bem, já pensaram qtos abortos seriam feitos nos Brasil na época da ditadura que durou exatos 21 anos? Vcs sabme qtas mulheres grávidas foram presas e torturadas e que perderam seus bebês com chutes e choques elétricos? Mas elas perderam pq estavam sendo torturadas violentamente. Em Recife fui visitar uma amiga da minha irmã, presa política, isso nos anos 70, e perto da gente passaram 2 outras presas com sangue escorrendo pelas pernas, eu fiquei chocada e a amiga disse que elas foram chutadas tantas vezes na barriga para perder os filhos e não tinham recebido atendimento médico até aquela hora.
Está em jogo o Brasil que queremos, pois vamos usar as armas que temos. O aborto da D. Mônica Serra.
Comentário de Zanuja Castelo Branco em 15 outubro 2010 às 3:38
Tiago vou voltar atrás e concordar c vc. Como tb pedir aos amigos do blog que antes de enviar seu e-mail e dos seus amigos para o Paulo José, pensem bem antes de fazê-lo. Não sei pq meu coração ficou apertadinho e voltei rapidinho para fazer essa postagem.
Comentário de Tiago M. Bevilaqua em 15 outubro 2010 às 11:36
OK. Zanuja. Se jogarmos o jogo deles, nos mesmos termos, estaremos dando munição, além de naturalmente nos nivelarmos. Assim, nossa crítica perderá, muito, poder.
Não vi o q vc viu, mas tive uma colega de curso em BH em 64 q foi presa em sala de aula. Depois, tentando fugir da prisão pulando um muro abortou. Fiquei com isso gravado na cabeça.

Bastante já foi escrito sobre o aborto. Uma questão central, a diferença entre quem e não tem dinheiro para abortar, já foi bem explorado. Aqui mesmo neste site foi publicado um post, muito oportuno e extremamente relevante pela Maria Dirce Cordeiro (deveria ser divulgado. É o melhor que já li sobre tema).
Quem é a favor do aborto? No sentido de que deve ser feito, que é o que sugere a forma de atacar o PT e a Dilma. NINGUÉM. Calhordice, como disse o Ciro Gomes.
O Serra é a favor do aborto por tê-lo normatizado nos casos previstos em lei quando ministro da Saúde? Tolice. Pelo contrário, fez bem, pois deu parâmetros para os procedimentos.
A questão é até mais simples que toda esta celeuma. O aborto não deve ser considerado crime. Isto é bem diferente de liberar o aborto. Ou se irá prender as “madamas” que vão fazer aborto seguro em clínicas particulares, pagando sabe-se lá quanto?
Comentário de João Alvino da Silva em 15 outubro 2010 às 23:10
Já saiu no Jornal do Brasil, agora precisamos vencer a retranca dos grandes veículos de comunicação. Espero imensamente, que os vigilantes do pudor dentro do PT, não tentem deter a veiculação, deste presente, dado a nós por Mônica Serra, esta sim verdadeira assassina de criancinhas. Gostaria de saber dos responsáveis por este portal, quando alguém da campnha trará a público este imbróglio.

Comentar

Você precisa ser um membro de Portal Luis Nassif para adicionar comentários!

Entrar em Portal Luis Nassif

Novas

Receba notícias por e-mail:

Dinheiro Vivo

Publicidade

                                                                   http://www.adobe.com/go/getflashplayer\"><img src=\"http://www.adobe.com/images/shared/download_buttons/get_flash_player.gif\" alt=\"Get Adobe Flash player\" width=\"112\" height=\"33\" /></a></p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0</div>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <!--[if !IE]>-->\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ','hspace':null,'vspace':null,'align':null,'bgcolor':null}" height="600" width="150">
        <!--<![endif]-->
      </object>

© 2013   Criado por Luis Nassif.

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço