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Chico Buarque online no Instituto Tom Jobim

 

 

Chico criança, Chico cabeludo, Chico de bigode. Em Lisboa, em Buenos Aires, em Roma. Com Tom, com Caetano, com Milton, com Vinicius. Em família, entre amigos, em manuscritos e, como se espera, em canções, todas as que gravou.

 

A obra digitalizada do artista será lançada oficialmente na rede nesta sexta-feira (18/06/2011), e seus números dão uma dimensão do volume acessível: são 1.044 imagens, 7.916 letras e partituras e 26.152 textos, entre cadernos, documentos pessoais, reportagens de imprensa, roteiros para cinema e teatro, correspondências. Acesso, AQUI.

 

O filé, no entanto, são as gravações de áudio e vídeo, que somam cerca de 600 arquivos e incluem toda a discografia de Chico, com cada uma de suas canções -algo que nem mesmo o site oficial do artista disponibiliza.

 

Paulo Jobim, presidente do instituto que leva o nome de seu pai, diz que o cantor foi consultado sobre a digitalização de seu acervo, que custou R$ 200 mil e foi bancada pela Vale com uso da Lei Rouanet.
O acervo de Chico Buarque é o terceiro que o instituto coloca na internet, depois dos de Tom Jobim e Dorival Caymmi. O mesmo projeto está em andamento com a obra de Gilberto Gil e começará em breve com a de Milton Nascimento.

 

Fonte: Folha / Ilustrada / Marco Aurélio Canônico.

Exibições: 19

Tags: chico buarque

Comentário de Nina em 17 junho 2011 às 12:40

Bom demais!

Comentário de Laura Macedo em 17 junho 2011 às 22:24

Pois é Nina, agora é só "deitar e rolar". Um mega presente para todos nós, fãs do Chico Buarque.

Beijos.

 

Comentário de Nina em 18 junho 2011 às 0:22

Laura, eu AMO a obra do Chico, mas e vc com esse violão deve tirar altas músicas dele né? Gosto muito de todas elas.

 

Comentário de Laura Macedo em 18 junho 2011 às 2:56

Oi Nina,

Sou apaixonada por música em geral. Minhas postagens aqui no Portal não me deixam mentir, não é mesmo?

Quanto ao violão sonho um dia tocar, pelo menos, razoável. Mas ainda estou longe desta meta e a minha faixa etária sinaliza que se eu não correr o "bicho pega", hahahahaha.

Beijos.

 

Comentário de Cafu em 19 junho 2011 às 13:36

Laurinha,

Só hoje pude descobrir esse tesouro extraordinário. Que maravilha! Quer dizer que vou poder ouvir TODA obra de Tom Jobim, Dorival Caymmi, Chico Buarque e ainda ter acesso ao acervo Lúcio Costa? Inacreditáve! Estou zonza com tantas possibilidades, mas igualmente encantada com a generosidade e desprendimento dos artistas e suas famílias em relação à disponibilização pública e integral da obra. Muito tocante ver que o conhecimento foi realmente socializado e está sendo compartilhado com a sociedade. Esse fato faz jus à biografia dos músicos e merece uma provisão extra de nossa admiração e respeito.

No momento, estou ouvindo a trilha sonora do filme Para viver um grande amor que nunca tive chance de conhecer e morria de vontade de escutar. Linda, por sinal. Nossa! Quantas outras preciosidades estão a minha espera: discos pouco divulgados, ou de circulação restrita, ou aqueles que fizeram parte da discoteca dos pais e irmãos mais velhos e se perderam no tempo, ou ainda os que foram emprestados para terceiros e que nunca foram devolvidos, ou os que jamais foram transformados em CDs. Enfim, é uma oportunidade de ouro para nos reconectarmos com nossa memória afetiva e ir além: conhecer muitas outras canções e ampliar horizontes.

A internet, como a vida, tem de tudo. Lixo e luxo.  Do luxo cuidemos nós! Fico imaginando a imensa camada de jovens que está sendo ou em breve será incluída no mundo digital. Como seria importante apresentá-los, gratuitamente, a um acervo dessa qualidade. Tomara que esse gesto sirva de exemplo para outros artistas e familiares de artistas, para que iniciativas semelhantes se multipliquem e recebam apoio concreto dos governantes, das políticas públicas e da sociedade.

Cultura precisa ser encarada como riqueza, prioridade, patrimônio real, que de fato é. Cultura precisa ser democratizada na sua produção e circulação e distribuída entre todos. Não pode ser tratada como mera mercadoria, que só tem interesse como valor de troca e fonte de lucro. Cultura tem valor de uso inestimável e seus benefícios não têm preço. É a cultura que nos humaniza, nunca foi o dinheiro!

VIVA A FAMÍLIA JOBIM! VIVA A FAMÍLIA CAYMMI! VIVA A FAMÍLIA BUARQUE DE HOLANDA!

Comentário de Laura Macedo em 20 junho 2011 às 1:11

Cafuzinha, 

Você ARRASOU no comentário.

 

 

Beijos :))

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