The actual Girl From Ipanema
Everyone knows that, tall and tan and young and lovely, the girl from Ipanema goes walking. But did you know the actual Girl from Ipanema that inspired the Bossa Nova hit?
"It's the oldest story in the world," says Norman Gimbel, who wrote the English lyrics. "The beautiful girl goes by, and men pop out of manholes and fall out of trees and are whistling and going nuts, and she just keeps going by. That's universal."
So reasoned composer Antônio Carlos Jobim and poet Vinícius de Moraes five decades ago. Stalled on a number for a musical called "Blimp," they sought inspiration at the Veloso, a seaside cafe in the Ipanema neighborhood of Rio de Janeiro. There they remembered a local teenager, the 5-foot-8-inch, dark-haired, green-eyed Heloísa Eneida Menezes Paes Pinto, whom they often saw walking to the beach or entering the bar to buy cigarettes for her mother. And so they penned a paean to a vision.Thomas Vinciguerra of "The Wall Street Journal" has the story, in honor of the song's 50th year anniversary: Link.
At 66 years old today, Heloísais still stunningly beautiful.
A verdadeira Garota de Ipanema
Seu nome é Heloísa Eneida Menezes Paes Pinto, mas todos a chamam de Helô.
Há três anos ela passava, ali no cruzamento de Montenegro e Prudente de Morais, em demanda da praia, e nós a achávamos demais. Do nosso posto de observação, no Veloso, enxugando a nossa cervejinha, Tom e eu emudecíamos à sua vinda maravilhosa.
O ar ficava mais volátil como para facilitar-lhe o divino balanço do andar. E lá ia ela toda linda, a garota de Ipanema, desenvolvendo no percurso a geometria espacial do seu balanceio quase samba, e cuja fórmula teria escapado ao próprio Einstein; seria preciso um Antônio Carlos Jobim para pedir ao piano, em grande e religiosa intimidade, a revelação do seu segredo.
Para ela fizemos, com todo o respeito e mudo encantamento, o samba que a colocou nas manchetes do mundo inteiro e fez de nossa querida Ipanema uma palavra mágica para os ouvintes estrangeiros. Ela foi e é para nós o paradigma do broto carioca; a moça dourada, misto de flor e sereia, cheia de luz e de graça mas cuja a visão é também triste, pois carrega consigo, a caminho do mar, o sentimento da mocidade que passa, da beleza que não é só nossa - é um dom da vida em seu lindo e melancólico fluir e refluir constante.
Fonte: www.garotadeipanema.com.br
Fuçando os arquivos do blog
Voz e genialidade, A harpa de Mariano Gonzalez, Trinados treinados, And so on e Pery Ribeiro
Comentário de Ivanisa Teitelroit Martins em 9 julho 2012 às 1:52 Paulo Gurgel, que jeito carioca e poético de falar de todas nós: moças douradas, flores e sereias, cheias de luz e de graça... e a mocidade passa e a vida flui e reflui e garanto que sem melancolia. A verdadeira garota de ipanema de qualquer idade sorri ao passar e divide sua beleza que está na beleza dos olhos de quem nos olha passar.
Comentário de Paulo Gurgel Carlos da Silva em 9 julho 2012 às 12:21 Obrigado, Ivanisa.
Do mesmo poeta: A mulher que passa
http://www.viniciusdemoraes.com.br/site/article.php3?id_article=85
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