Os bons ventos da economia e das políticas sociais movendo as velas da popularidade do governo A economia do país continua dando boas notícias. Em março a venda de veículos superou os números de março de 2010 e estabeleceu novo recorde, o setor automobilístico continua em grande fase de expansão de mercado, consequentemente, gerando empregos e renda.
Um pouco antes, mês de fevereiro, a indústria teve um avanço significativo de 1,9% sobre janeiro, bem acima das previsões do mercado.
A economia continua aquecida o que por um lado garante emprgos e renda ao trabalhador, por outro é a justificativa para setores do governo imprimirem um apolítica econômica que faça ceder tal expansão, para controlar os riscos de um crescimento indesejado dos índices inflacionários.
Disputas a parte na equipe econômica, tais resultados são frutos de políticas que implementaram o setor automobilístico, desde a crise de 2008/2009, quando o governo preservou os empregos do setor através de incentivos fiscais sobre os carros. A indústria automobilística brasileira cresceu e galgou postos no ranking mundial.
Por outro lado, mesmo com os cortes bilionários do orçamento de 2011, o governo confirmou a prioridade no combate a pobreza extrema, ao reajustar o Bolsa Família, considerado o maior programa de transferência de renda do planeta. Apesar dos ajustes e do discurso de que é necessário, neste momento, aprumar os indicadores macroeconômicos, Dilma fez valer sobre os tais defensores do aperto monetário, a necessidade de continuar aprofundando o alcance de um programa social bem sucedido e de resultados excepcionais para a economia do país.
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