O Brasil reduziu o ritmo de desmatamento da Amazônia Legal e de emissão de gás estufa. Aumentou o número de áreas de proteção ambiental e garantiu maior participação popular na fixação da agenda sobre desenvolvimento sustentável. Avançou no acesso à água, esgoto e coleta de lixo. Criou empregos, reduziu a pobreza e diminuiu pela metade a mortalidade infantil. Embora desafios ainda sejam muitos, os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, divulgados pelo IBGE, fortalecem modelo de desenvolvimento brasileiro.
Brasília - O Brasil reduziu, nos últimos anos, o ritmo de desmatamento da Amazônia Legal e de emissão de gás estufa. Aumentou o número de áreas de proteção ambiental e garantiu maior participação popular na fixação da agenda sobre desenvolvimento sustentável. Avançou no acesso à água, esgoto e coleta de lixo. Criou empregos, reduziu a pobreza. Diminuiu pela metade a mortalidade infantil.
Ainda não conseguiu equalizar as desigualdades socioeconômicas, de raça e de gênero e tem muito o quê avançar. Mas, de forma geral, o estudo Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), lançado pelo IBGE durante a Rio+20, confirma a tese que o governo vem alardeando: a de que o modelo de desenvolvimento brasileiro é muito superior ao dos demais países emergentes...


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