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Não há dúvida de que lado a grande imprensa se postou historicamente: contra os interesses nacionais, contra o povo e contra as lideranças que ousam desafiar seu poder. STF, Datafolha e a ascensão de Ali Kamel na Globo são sinais claros da radicalização dos ataques midiáticos que estão por vir contra Dilma, Dirceu, PT e Lula
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Estas eleições mostram o acirramento das forças conservadoras, ávidas por retornar ao poder central, facilmente percebível nas grosseiras manipulações midiáticas, combinadas com pronunciamentos histéricos e cínicos dos demotucanos, agendamento oportunista do julgamento do mensalão no STF e da costumeira ação do Datafolha nas pesquisas de opinião.
FHC chegou ao cúmulo de dizer que votar em Serra significaria a recuperação moral da sociedade brasileira. Pior, alguns meios de comunicação repercutiram esta fala como algo verdadeiro, amplificando a voz do rejeitado ex-presidente.
E tudo se concentra em São Paulo, todo o esforço em salvar Serra e levá-lo ao segundo turno, a qualquer custo, está diretamente ligado a este confronto direto entre governo e opositores.
Os resultados das últimas pesquisas servem para mostrar que algo está estranho. Serra disparou na rejeição do eleitor paulistano, mas avançou nas intenções de voto, segundo o Datafolha.
O Vox Populi demonstra o contrário: Haddad a frente de Serra.
Quem tem razão?
O Datafolha tem histórico recente de manipulações de pesquisas eleitorais, para,justamente, forjar uma tendência e cristalizar na cabeça do eleitor que determinado candidato tem mais ou menos força para vencer, desta maneira, tentar interferir na vontade do povo.
Os ataques pesados, diários e sem contraponto, que a grande imprensa desfere contra o PT e Lula, servem de apoio para alterar o quadro eleitoral, confundindo, país afora, a percepção eleitoral deste momento e prejudicando, dolosamente, um partido político e sua maior liderança...
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