Pior ainda, fizeram crescer uma onda neo conservadora, raivosa e preconceituosa, exemplificadas pelos bárbaros e fúteis ataques a homossexuais, que provocaram mortes ou a nordestinos, influenciadas por políticas restritivas que contribuíram para gerar tais bárbaros atos.
O novo não tem tido vez em São Paulo porque quem se apoderou do estado isola-se dos problemas que afetam os mais pobres e se recusam a cooperar para minorar os dramas de seu povo.
Blindados pela grande imprensa que ajudam a sustentar financeiramente, como ocorre na compra de assinaturas de revistas e jornais, sem licitação, para escolas públicas estaduais, tucanos e aliados avançam com um plano que resulta na desmobilização da sociedade e uma consequente acomodação no poder.
Com tanto a frente dos paulistas, conservadores não podem ser comparados a nada em âmbito regional, porque lá se vão 18 anos e a memória do eleitor é confundida e embaçada pelo noticiário bondoso da imprensa e pela publicidade alienadora do governo estadual. O eleitor é levado a crer em um ambiente de escolhas medíocres e são enganados a permanecer no engodo do o que tá lá, é preservado "para não piorar".
Mas é muito mais do que blindar o que a imprensa, aliada de primeira hora de tucanos e conservadores radicais, faz.
O noticiário cega o olhar crítico da maioria do povo paulista ou esconde os caroços embaixo do angu...


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